Um ano depois do lançamento da campanha “Não passes cartão à fraude”, a Associação Portuguesa de Bancos (APB) reforça o seu compromisso com a prevenção da fraude e a promoção de comportamentos mais seguros.
A fraude digital está cada vez mais presente no dia a dia e pode surgir de muitas formas: numa chamada aparentemente feita pelo banco, numa SMS alarmista, num e-mail com uma oportunidade imperdível, numa referência de pagamento inesperada ou até num simples código QR.
Apesar de assumirem formatos diferentes, estas tentativas de fraude recorrem frequentemente à mesma estratégia: criar urgência, gerar confiança e levar-nos a agir sem pensar.
A regra é simples: antes de agir, pára e confirma.
O Arnaldo sabe que qualquer pessoa pode ser alvo de fraude. Por isso, quando recebe um contacto aparentemente credível, não se deixa pressionar: hesita, questiona e confirma antes de partilhar dados, clicar num link ou realizar um pagamento.
Nesta segunda fase da campanha, o Arnaldo é confrontado com cinco situações diferentes:
Chamadas falsas em nome do banco
Uma chamada pode parecer legítima e até referir um movimento suspeito. Se te pedirem dados do cartão, códigos de segurança ou uma validação imediata, desconfia. Desliga e contacta o teu banco através dos canais oficiais.
SMS fraudulentas com links
Mensagens sobre contas bloqueadas, pagamentos pendentes ou problemas urgentes podem encaminhar para páginas falsas. Não confies apenas no nome ou no número do remetente: mesmo que pareça legítimo, não cliques no link, não tentes responder diretamente e contacta o teu banco através dos contactos oficiais.
E-mails e promessas de dinheiro fácil
“Retorno garantido”, “ganhos rápidos” ou “última oportunidade” são sinais de alerta. Confirma sempre a identidade da entidade e não faças transferências nem partilhes dados sem verificar a legitimidade da proposta.
Falsas referências de pagamento
Uma mensagem com entidade, referência e valor pode parecer credível. Antes de pagar, confirma se estavas à espera da cobrança e contacta diretamente a entidade através dos seus canais oficiais.
Códigos QR fraudulentos
Um código QR também pode encaminhar para uma página falsa ou iniciar um pagamento indevido. Antes de fazer scan, verifica a origem do código e confirma se o destino é seguro.
Não partilhes dados bancários através de contactos inesperados. Não cliques em links suspeitos. Não realizes pagamentos sem confirmar a sua origem. E, perante qualquer dúvida, contacta diretamente o teu banco ou a entidade em causa através dos canais oficiais.
Não passes cartão à fraude. Faz como o Arnaldo.
A Associação Portuguesa de Bancos (APB) lançou, em setembro de 2025, a campanha nacional de sensibilização “Não passes cartão à fraude”, com o objetivo de alertar os cidadãos para os principais riscos de fraude nos pagamentos e promover comportamentos mais seguros no dia a dia.
A campanha focou-se em três tipos de fraude particularmente comuns:
No centro da campanha “Não passes cartão à fraude” está o Arnaldo, uma personagem criada para mostrar que todos podemos ser alvo de esquemas de fraude, mas também que todos podemos proteger-nos. À primeira vista, parece que o Arnaldo vai cair na armadilha. Mas, porque conhece bem as fraudes, ele não se deixa enganar.
O vídeo transmite uma mensagem simples e clara: com informação e atenção, é possível evitar os truques de quem tenta enganar-nos. O Arnaldo lembra-nos que basta adotar pequenos cuidados para não passar cartão à fraude e manter os pagamentos digitais seguros.